Conviver com uma criança que está passando pelos famosos “Terrible Two” pode fazer até mesmo a tia mais legal do planeta (no caso, eu) querer arrancar os cabelos.

Mas e se eu te dissesse que a Astrologia tem uma explicação do universo para este conturbado período da infância?

No período chamado de “Terrible Two” a criança está vivenciando os resultados do trânsito completo de Marte ao redor do horóscopo completo até seu primeiro retorno à sua casa natal. 

Licença: Public Domain Mark
Créditos: Mars [Ares]. Etching by O. Fialetti.
Wellcome Collection.

Como a gente sabe, Marte é conhecido como o planeta da guerra, mas é também graças a ele que identificamos e defendemos nosso território, que aprendemos a dizer não e que colocamos nossas garrinhas de fora quando se faz necessário.

Os “Terrible Two” são exatamente marcados pelo momento em que Marte retorna para sua casa natal pela primeira vez desde o nascimento da criança e é justamente por isso que aquele amorzinho de criança começou “do nada” a dizer “não!”, “eu!” ou ainda “eu quero!”. 

Este é o momento em que a criança se sente mais livre para fazer o que quiser, mesmo que isso signifique ir contra seus pais pela primeira vez. É aí que a criança experimenta tudo, testando justamente seus limites e fronteiras.

Licença: Public Domain Mark. Créditos: Child welfare: Ragged School, Whitechapel, 19thC. Wellcome Collection.

Punir, repreender ou violar esse direito nesta fase pode trazer consequências para a formação da criança no futuro (claro que eu falo isso no lugar de tia). Por outro lado, não dá pra deixar uma criança atravessar a rua sozinha, botar o que quiser na boca ou ainda colocar sua vida em risco.

Marte traz para nós o primeiro estágio de individuação e por isso que os “Terrible Two”, por mais “terrible” que sejam, são fundamentais para a criança.

É inclusive neste momento que a criança começa a entender a raiva nas pessoas ao seu redor, nos pais e em si mesma. 

Se você tem filhos, conta para mim: como foi (ou como está sendo este retorno de Marte para você? 

Por mais difícil que pareça, não fica mais “fácil” entender a origem dos “Terrible Two”?

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