Se você não está satisfeita com os resultados que está tendo na sua vida neste momento ou se não se sente uma pessoa de sucesso, precisa mudar algo em você imediatamente. Afinal, os resultados que está tendo agora são seus e de mais ninguém. E se você deseja mudar algo sobre você, primeiro precisa saber quem é.

Você sabe quem você é?

De acordo com Carl Gustav Jung, a individuação é um conceito central na psicologia analítica. Ela se refere ao processo pelo qual a gente se torna consciente de nós mesmos e desenvolvemos nossa própria personalidade única. Este processo envolve a integração de diferentes aspectos da psique, incluindo o consciente e o inconsciente, resultando em um estado de completude e harmonia interior.

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Dentre os principais aspectos da individuação, destaca-se a conscientização do self:

O Self, para Jung, é o núcleo central da personalidade e representa a totalidade da psique, tanto consciente quanto inconsciente. Em outras palavras, a individuação é o processo de tornar-se consciente do Self.

Na astrologia, além de olhar para a totalidade de nos mesmos através da leitura do mapa natal, a gente também olha para a casa 1, ou seja, o início de tudo.

Ali, além de informações sobre nosso corpo físico, espaço de defesa e como delimitamos nosso territorio (o famoso: saber dizer não), a gente também tem informações fundamentais sobre a nossa personalidade, nossa autenticidade e a forma como queremos que o mundo nos veja.

O processo de individuação envolve a integração dos conteúdos do inconsciente na consciência. Isso inclui os arquétipos e os aspectos reprimidos ou negligenciados da psique, como a Sombra, que representa partes ocultas ou não reconhecidas da personalidade e sobre a qual eu já falei aqui no canal.

O que é a individuação?

A individuação é vista como um processo de transformação contínua, onde a gente enfrenta desafios, realiza introspecções e ganha insights que levam a gente a um maior autoconhecimento e crescimento pessoal.

E a verdade, é que enquanto a gente não traz essa nossa verdade para nossa consciência, a gente corre o risco de seguir a manada e nos perder pelo caminho.

Eu queria mesmo ter comprado uma casa e me enfiado num financiamento que hoje me impede de fazer outras coisas que realmente gosto?

Eu me sinto mais feliz casada ou solteira?

Por que eu estou comprando tantas roupas, cursos, coisas?

Por que eu continuo em um trabalho que não me faz mais feliz?

Eu quero realmente ser mãe ou estou cedendo a uma pressão social?

A individuação ou em outras palavras a consciencia de quem somos, é considerada por Jung como um objetivo essencial da vida humana.

Jung acreditava que, quando a gente alcança a individuação, a gente não apenas realiza nosso potencial pleno, mas também contribui para a evolução da consciência coletiva da humanidade.

Este processo é visto como fundamental para a saúde mental e o bem-estar, promovendo um senso de completude e autenticidade pessoal. Em outras palavras, a gente não tem como conquistar a completude sem saber antes quem somos.

Tá, Let. Essa parte eu já entendi.

Mas como descobrir quem eu sou?

Para você saber quem é, a primeira coisa que precisa fazer é se auto-estudar. Exatamente como a gente fazia na escola em véspera de prova.

Faça perguntas conscientes para você, responda de forma única e autêntica. Busque o autoconhecimento, olhe para dentro. Enquanto a gente buscar as respostas fora de nós mesmos, a gente nunca vai encontra-la.

E é exatamente isso que o mundo inteiro está fazendo neste momento: buscando as respostas do lado de fora. Suas posses, seus bens e a imagem que você constrói nas redes sociais, por exemplo,  não têm nada a ver com quem você é. Eu vou repetir para ficar claro: coisas, bens, fotografias com filtros definitivamente não são você.

Você pode saber seu nome, sua idade, seu endereço e ainda assim, isso não será você. Letícia Tórgo, como você me conhece por aqui são apenas duas palavras (e obrigada mãe, pai e ancestrais por terem me dado estas palavras), mas isto não respresenta e nem determina quem eu sou.  Isso é só o meu nome.

Na realidade, nós somos uma soma de três partes: somos criaturas espirituais, intelectuais e físicas. E como a gente não tem conhecimento sobre quem é, a gente acaba ficando presa ao mundo físico e a todas as coisas físicas que nos cercam. E assim, a gente acaba permitindo que coisas externas nos controlem.

Dá pra imaginar que nesse exato momento 95% da população do mundo está simplesmente reagindo ao mundo exterior e não vivendo.

O americano Earl Nightingale, um locutor de rádio que falava principalmente sobre motivação e existência com significado, disse certa vez que uma pessoa é bem sucedida quando ela sabe onde está, quando ela sabe para onde está indo e quando ela está se movendo de forma progressiva nesta direção. Exatamente como a gente aprende com a jornada do tarô quando a gente estuda suas cartas.

Aliás, se você quiser descobrir onde está e para onde está indo, eu te convido a ir no link na descrição do video para conhecer meus treinamentos gratuitos sobre tarô.

Para Nightingale, o sucesso era a realização progressiva de um ideal digno.

Em outras palavras, qualquer pessoa que tenha um objetivo e que está se movendo em direção a ele, é bem sucedida. E isso é completamente diferente de tudo o que o mundo  ensina pra gente o tempo inteiro com relação às realizações e ao sucesso, justamente porque a gente foca apenas o material.

Talvez você fique surpresa ou surpreso com o que eu vou dizer, mas já foi comprovado cientificamente e em estudos práticos que dinheiro não é receita de felicidade.  Ter dinheiro não traz a certeza de sucesso.

E quais são as barreiras que impedem a gente então de ter sucesso?

A primeira delas é o condicionamento.

O condicionamento toma conta do nosso subconsciente desde que a gente é criança. Tudo o que a gente faz a partir da infância é agir e falar como as pessoas que estão ao nosso redor. E por isso, a gente tem uma tendência a agir da mesma forma ou de forma muito parecida às pessoas que estão ao nosso redor, fator que é inclusive explicado através da psicologia social.

Quando a gente estuda estatística sobre comportamento humano, a gente chega à uma realidade absurda de que grande parte da população no mundo vive uma vida que não gostaria de viver. E o pior, no Brasil, no ano de 2024, um estudo da Agência Brasil determinou que 78,1% das famílias brasileiras estão endividadas.

 E isso faz com que a gente se dê conta de que é melhor pensar por nós mesmos do que seguir a manada.

A maior parte das pessoas consegue um emprego e quando olha ao redor, todas as pessoas ao seu redor também têm um emprego e assim todo mundo segue fazendo a mesma coisa sem parar para pensar se aquilo a faz verdadeiramente feliz.

E isso leva ao segundo ponto: pertencer.

Ser como todas as pessoas ao nosso redor ou ainda transparecer traz um senso de pertencimento, conceito também estudado na Psicologia Social. E assim, a gente segue na manada por medo de sair dela e deixar de pertencer.

Nós somos seres diferentes, nossos pensamentos são diferentes e justamente por isso a gente deveria parar e construir imagens mentais do que realmente gostaríamos de fazer de nossas vidas e simplesmente fazer.

O caminho para isso é se autoestudar, entender sua mente, olhar para dentro. Por mais que o autoconhecimento e a autoajuda lotem prateleiras em livrarias, a busca por respostas deve partir de você para decidir quem inclusive pode te guiar neste caminho. E você não precisa necessariamente tirar um ano sabatico e ir até o Tibet para descobrir isso. Você precisa aprender a se ouvir.

A maior parte de quem somos é aquela que a gente não vê. Não é nosso corpo físico. E o que a gente deve estudar é justamente como esta parte não-fisica do que somos funciona. O que acontece quando a gente pensa por nós mesmos? De onde vêm os nossos pensamentos mais genuunos?

Quando a gente provoca pensamentos, estes pensamentos geram imagens na nossa cabeça. E quando a gente trabalha a imagem interna de quem desejamos ser ou de quem somos, somos capazes de viver nesta mesma imagem. Se a gente cria uma imagem de prosperidade, a gente se torna próspero.

O problema é que no meio do caminho, nosso cérebro também cria imagens de como a gente pode não alcançar nossos objetivos. Ou ainda não confiar em tudo o que eu estou falando aqui porque isso tudo parece místico demais.

Quando isso acontece, a gente precisa trabalhar com a ideia imediata de rejeitar esta ideia. Pensar em algo que a gente não pode fazer não vai nos  levar a lugar algum.

E quando a gente não sabe muito bem quem é, isso impacta diretamente sobre a visão que temos de nós mesmos. Nossos pensamentos controlam nossas emoções. Nossas emoções controlam nossas ações.

Por isso, que tal tirar um tempo para saber quem você verdadeiramente é?

Do que você gosta?

O que você admira nas escolhas que fez?

O que gostaria de ter feito diferente?

O que gostaria de mudar nesse momento?

O que tem a sensação que está fazendo simplesmente para seguir a manada?

E assim, aos poucos, suas escolhas ficarão ainda mais claras e certeiras na sua vida. A partir daí, é só alinhar os pensamentos com a sua verdadeira versão .

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Eu sonho com minhas pinturas e depois eu pinto meus sonhos. – Van Gogh